Índios e agricultores lutam contra exploração hídrica de seus territórios

À primeira vista, as usinas hidrelétricas podem parecer uma forma ecológica e sustentável de gerar energia. Porém, para a construção dessas usinas, é necessário inundar grandes áreas, as quais, muitas vezes, incluem biomas ameaçados, fazendas produtivas e até mesmo cidades inteiras! E é contra essa grande ameaça que a Rede Juruena Vivo se propõe a lutar.

A comunicação na Rota do Café

O É o combatente é o jornal online das divisas vértice Sudeste (MG, RJ e ES). A iniciativa surgiu de maneira espontânea, segundo seu criador Francisco de Abreu Cabral, mais conhecido como Chico Fogueteiro ou Xyko É o Combatente. A  partir da diversificação e facilitação trazida pelas redes sociais, Francisco formalizou o que já fazia: fotografar eventos e acontecimentos da região. Este trabalho rendia material para a grande imprensa que o contactava para conseguir conteúdo.

Diário de Ceilândia

Histórico e contextualização

 

O Diário de Ceilândia é um veículo de comunicação voltado para a população da Ceilândia, criado em 2010 no formato de blog. Em 2014, os responsáveis pelo blog mudaram o formato do jornal para como é atualmente, seguindo como exemplo o" Voz das comunidades", um meio de comunicação comunitária das favelas do Rio de Janeiro, sendo hoje um afiliado do jornal.      O propósito do jornal é levar notícias da Ceilândia para os moradores da cidade, aproximando e dando voz aos mesmos. A Ceilândia é uma cidade muito grande, com uma alta demanda de notícias diariamente, por isso o jornal local foi criado para atender a população, ampliar os debates e democratizar a informação. Ele é produzido de forma independente e hoje já atua em diversas plataformas de comunicação como Instagram,Youtube, Facebook e Twitter.

Fonte: Print do instagram e do site oficial | Diário de Ceilândia

O jornalismo de resistência feito pelo Alma Preta

A busca por um jornalismo negro, indepedente do sistema dominante, é pautado desde os primeiros anos do surgimento da imprensa no Brasil. O primeiro jornal voltado para as questões da população preta no país foi o "O homem de cor" ou " O mulato", em 1883. A imprensa negra tem reivindicado esse espaço para combater e divulgar as desigualdades que diariamente sofre o povo negro. É a partir deste lugar que o Alma Preta Jornalismo surge. 

Agência Tambor apoia ações de comunicação comunitária em São Luís - Maranhão

     

   A Agência Tambor é uma agência de notícias e rádio web de São Luís - MA que se apresenta em todos os seus perfis digitais como uma uma ação de apoio à comunicação livre, popular, comunitária e  alternativa. Fundada em março de 2018, a Tambor recebeu esse nome em homenagem à comunicação quilombola, que em vários casos recorre ao toque dos tambores para reunir a comunidades e dar as notícias que são de seu interesse. 

O jornal anarquista que manifesta o sindicalismo e populariza o bakuninismo

comcom222A União Popular Anarquista (UNIPA) se destaca pela articulação e mobilização em prol da luta de classes.  Com carater revolucionário e tendo como base os ideais bakuninista, o jornal da União, Causa do Povo, noticia pautas que por vezes são pouco detalhadas, ou até menos não noticiadas, pela grande mídia.

Instituto NoSetor propõe transformação cultural e social no Setor Comercial Sul

O movimento reúne participantes e colaboradores de toda a cidade para a renovação do centro de Brasília, por meio da produção de conteúdo autêntico e movimentação e reforma do espaço. Além disso, o Instituto tem foco no auxilio de pessoas em vulnerabilidade social que habitam o Setor Comercial, e na mobilização para proporcionar uma melhor qualidade de vida a essas pessoas.

Voz das Comunidades e sua trajetória de engajamento social

image1O jornal comunitário Voz das Comunidades teve início quando Renê Silva, um menino inquieto com o que havia em sua comunidade, começou a participar de um jornal na escola e percebeu que essa iniciativa poderia fazer parte de sua vivência, o Morro do Adeus, que faz parte do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro (RJ). 

Quilombolas de Santarém mobilizam ações coletivas contra avanço da covid-19

A ação é resultado de uma iniciativa promovida no Pará pela Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS) através do Projeto Omulu – Terra de Quilombo. O projeto gerido pelos quilombolas foi pensado a partir da necessidade de conscientizar e proteger os quilombolas da cidade do avanço do novo coronavírus.

ANF: a força e a importância no cenário das favelas brasileiras e mundiais

A Agência de Notícias das Favelas, fundada em 2001, é considerada a primeira agência de notícias das favelas do mundo. Exerce um importante e forte papel social nesses cenários, tendo em vista que foi criada justamente com o foco de mostrar a realidade das favelas, além de abordarem diversos termas. Outro ponto de extrema relevância, é que a própria comunidade participa dos processos de produção e venda do seu jornal: A Voz das Favelas. Além de promover diversos eventos e discussões com temas diversos, de maneira que desejam democratizar a comunicação e formar uma ampla frente popular.

O Jornal Sem Terra, a luta pela reforma agrária e a divulgação do MST

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra vem usando elementos da comunicação comunitária para disseminar seus projetos e ideais. O Jornal Sem Terra, mídia criada pelos militantes do MST para informar e da visibilidaes para suas próprias comunidades e lutas, tem sido fundamental na manutenção dessa luta e tem servido como exemplo para outros veículos de comunicação ligados à movimentos sociais.

O Poder Popular: rumo à emancipação humana

poder popular 2bA principal motivação para a escolha do objeto de estudo em questão é o caráter pessoal, visto que o jornal O Poder Popular é o jornal oficial do Partido Comunista Brasileiro (PCB), partido no qual milito em sua juventude, a UJC. 

Movimento "Corpo Livre" promove a autoaceitação nas redes sociais

A questão do belo é cada vez mais discutida, especialmente com o surgimento de vários movimentos de autoaceitação e de crítica aos padrões estéticos. Os ideais de beleza mudam de acordo com a cultura de cada época, mas, ao se observar a história, boa parte desses padrões são impostos e perpetuados pelas classes mais ricas e que possuem condições de se manter dentro dele. Dessa forma, é ainda mais importante dialogar  sobre o tema, especialmente na esfera digital e na grande mídia, espaços em que parte considerável da população tem acesso a informação.

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